O brasileiro sentiu na pele – e, principalmente, no bolso – o peso da gravidade: lutamos, sem sucesso, para frear uma economia em queda livre. Caminhamos a passos largos para a maior recessão da história do país. Foram onze trimestres, 32 meses, de tombos contínuos no Produto Interno Bruto. A retomada, ao contrário, é lenta. 

Um estudo da Fundação Getúlio Vargas aponta que o Brasil vai levar, pelo menos, três anos para recuperar as perdas da recessão. Nunca, na história deste país, demoramos tanto tempo para se reabilitar de uma crise. O PIB deve fechar 2018 com um crescimento pífio de 1,4%. Pelo menos, algumas áreas já deram sinais claros de reação, e o nosso mercado do crédito voltou a crescer. Destaque para o Crédito Pessoal e-Consignado – um produto que saiu ileso da crise. Com as prestações debitadas direto no salário, o risco é baixo, e a possibilidade de inadimplência, muito pequena.

 

Recuperação da confiança

É claro que não podemos tapar os olhos para as consequências da recessão econômica. Os quase 13 milhões de desempregados são uma triste realidade. Só que a GoOn, até pela filosofia da empresa, acredita que a crise vai muito além da questão política e econômica. A confiança, acima de tudo, ficou abalada. Indicadores de bureuas (SPC e Serasa) chegam a mostrar um número assustador de mais de 63 milhões de brasileiros inadimplentes. 

Mas se crédito é confiança,  o mercado indica dias melhores pela frente. As perspectivas são positivas para 2019. Especialistas dizem que o PIB brasileiro pode crescer até 3,5% se o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, promover as reformas que o mercado considera essenciais.

Longe de partidarismo, a GoOn compartilha desta euforia. Com a reação do mercado crédito, as pessoas voltam a acreditar e a entender que a confiança deve atingir todos os setores do mercado.  O cenário é de entusiasmo para 2019.

 

Otimismo cauteloso

Só que o entusiasmo sempre deve ser acompanhado de uma parcela saudável de cautela e preocupação. Não deixe de manter as políticas de crédito atualizadas e continuar o monitoramento da safra de concessão. Indicadores que são fundamentais para manter a saúde financeira da empresa.

Para resumir: voltar a ter confiança e otimismo NÃO SIGNIFICA deixar de lado e largar mão dos parâmetros e controles. O momento é, sim, de renovação do mercado econômico – e o crédito faz parte desta retomada. Só que, para consolidar a confiança, é imprescindível manter os indicadores de gestão atualizados. Não devemos ficar reféns de um ÚNICO MOMENTO de sucesso e prosperidade. Um processo bem-sucedido e duradouro deve misturar os elementos básicos da área de crédito: confiança, controle e organização.

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